Ínicio Serviços Desbloqueio Links Úteis Contato Localização
Desenvolvido por bryntec.com

Desbloqueio GSM | Padrões de telefonia | Chips | Clonagem | Baterias

A SINCVIDEO é especializada em destravamento de celulares gsm.
Foi a pioneira em destravamento em Fortaleza e atualmente conta com equipamentos sofisticados que permitem o destravamento da maioria dos modelos de celulares gsm a venda no Brasil e em outros países.
Quando voce compra um celular da Tim e quer utilizar este telefone na Oi ou quando voce compra um telefone da Oi e quer utilizar na Tim, se faz necessário o destravamento.

Confira a tabela dos celulares que desbloqueamos:

  • Motorola
  • HTC
  • Blackberry
  • HP
  • Palm
  • Nokia
  • Sony Ericsson
  • Vodafone
  • LG

Entenda mais sobre a tecnologia de celulares, em geral. Veja nos tutoriais, abaixo:

Os padrões de tecnologia de sistemas celulares
existentes no Brasil são apresentados a seguir

AMPS - Advanced Mobile Phone Service
O AMPS foi o padrão dominante para os sistemas celulares analógicos de primeira geração. Foi desenvolvido pelos Laboratórios Bell da AT&T e os primeiros sistemas entraram em operação em 1983 nos Estados Unidos tendo sido adotado pelo Brasil e vários outros países. O AMPS opera na faixa de 800 MHz e ele está presente ainda em todas as operadoras de Banda A no Brasil, principalmente para atender a celulares em roaming.

GSM - Global System for Mobile Communication
O GSM é um padrão digital de segunda geração do celular desenvolvido na Europa para substituir os diferentes padrões analógicos utilizados pelos países europeus. O GSM opera nas faixas de 900, 1800 e 1900 MHz. É hoje o padrão com o maior número de usuários em todo o mundo. Introduzido no Brasil em 2002 já esta presente em todos os estados brasileiros.

TDMA (IS 136) - Time Division Multiple Access
O TDMA, padronizado pelo IS 54 e, posteriormente, aperfeiçoado pelo IS 136, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos para aumentar a capacidade de sistemas AMPS. Opera na faixa de 800 MHz e se tornou o padrão dominante no Brasil. Esta sendo descontinuada pelas operadoras que estão migrando suas redes para o GSM ou CDMA

CDMA (IS 95) - Code Division Multiple Access
O CDMA, padronizado pelo IS 95, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos. É adotado no Brasil pela Vivo e opera nas frequências de 800 e 1900 MHz.

Tecnologias de Dados
O CDMA 1xRTT é a tecnologia de dados das operadoras de CDMA e o GPRS e o EDGE a tecnologia de dados das operadoras GSM.

SIM Card (Chip)

O que é?
O SIM (Subscriber Identity Module) Card, ou chip como é conhecido no Brasil através das operadoras (TIM Chip, Claro Chip, Oi Chip, etc), é na realidade é uma pequena placa de circuitos com a função de armazenar dados do usuário, como sua agenda pessoal, aplicativos e seu código de autenticação. Quando inserido no terminal celular, que funciona como um transceptor, o chip permite que o aparelho acesse as informações gravadas nele.

O SIM Card pode ser transportado de um aparelho para outro, pelo próprio usuário, desde que ambos os terminais sejam de tecnologia GSM. O SIM Card na realidade confere ao aparelho uma identidade, o número da linha e os dados pessoais do usuário, utilizados também para identificação do celular em caso de Roaming.

A capacidade de armagenagem do SIM Card é que define o tipo e a quantidade de dados que podem ser gravados nele. Os chips são vendidos juntamente com o aparelho ou avulsos, em ambos os casos a sua memória (Kbytes) é determinada pelo padrão adotado pela operadora escolhida.

Antigamente os SIM Cards mais comuns eram os de 32 Kbytes, no entanto, para viabilizar um maior armazenamento de dados como agenda, contatos e aplicativos, os chips de 64 Kbytes passaram a se tornar o padrão atual. A tendência é que comecem a ser utilizados os chips com 128 Kbytes à medida que a oferta de serviços com valor adicionado e novos aplicativos com mais recursos forem ser tornando mais comuns, requerendo do chip maior capacidade para armazenar esses dados.

Como Funcionam?
Todo Chip possui uma senha de segurança e uma chave de senha, são o PIN e o PUK, e eles vem indicados no mesmo cartão de onde o chip deve ser destacado.

PIN - É a senha de acesso ao chip, quando estiver ativo, o PIN exigirá que uma senha seja digitada para permitir que o aparelho seja utilizado. O PIN vem desabilitado para que o usuário utilize normalmente o aparelho, porém para maior segurança ele deve ser ativado logo após sua aquisição. Antes de ser personalizada essa senha geralmente é a mesma para todos os chips de uma mesma operadora, por isso se recomenda que essa senha seja alterada por meio do menu do celular.
PUK - É a chave para senha. Quando o usuário digitar errado três vezes a senha para acesso, o PIN, o chip passará a ser bloqueado, para desbloqueá-lo é necessário digitar a senha que vem indicada no PUK. Essa senha possui 8 dígitos, é permanente e não pode ser digitada errada dez vezes, do contrário o chip será permanentemente bloqueado para uso.

Eventualmente os Chips GSM vêm com um PIN2 e um PUK2. Através do PIN2 é possível configurar o SIM Card para desbloquear o PIN e efetuar funções específicas definidas pela operadora móvel, como por exemplo, configurar o SIM Card para efetuar ligações somente para os números pré-definidos pelo usuário. O PUK2 funciona para o PIN2 da mesma forma que o PUK normal funciona para o PIN.
Operadora
PIN (senha)
TIM
1010
Oi
8888
Claro
3636

Conhecendo e se prevenindo contra a clonagem

O que é?
Clonagem é a utilização de um mesmo número de celular já existente e em operação, por uma outra pessoa além do usuário autorizado. O aparelho reprogramado funciona com a linha do cliente e são debitados na conta do assinante.

Como funciona?
Os tipos mais comuns de clonagem são feitos das seguintes formas:
Geralmente os infratores utilizam um scanner de freqüência ou um receptor de rádio de alta freqüência, de forma ilegal, capaz de monitorar os celulares, identificando dessa forma os números da linha e números de série do aparelho (ESN). Esses dados, após serem interceptados, são transferidos para um outro celular ou aparelho clandestino.
Outra incidência é a utilização de assistências técnicas não autorizadas, que podem obter os dados do aparelho e da linha, necessários para clonagem, diretamente do aparelho ao abri-lo. Esse procedimento pode ser realizado por quaisquer pessoas com o conhecimento necessário.

Clonagem x Tecnologias
As tecnologias TDMA e CDMA estão mais sujeitas a clonagem pelo fato de serem duais, compartilhando a rede analógica AMPS para compatibilizar suas operações em Roaming. As redes analógicas trafegam suas informações de forma mais exposta, sem criptografias, o que torna as ligações mais vulneráveis.
 
Os aparelhos GSM, por utilizarem uma rede digital contendo uma codificação dinâmica aliada a uma mudança automática de freqüência nos aparelho, dificultam a clonagem. A tecnologia GSM faz Roaming apenas nas próprias redes digitais, não entrando em operação analógica (AMPS).
 
Clonagem em Roaming
Quando um celular entra em Roaming ele se torna mais vulnerável, pois, para completar uma ligação fora da área de cobertura da operadora o celular precisará trocar sinais com uma ERB (Estação Rádio Base) mais próxima. Geralmente esses sinais são trocados dentro do sistema analógico (AMPS), um canal de rádio totalmente aberto, sem nenhuma codificação, o que facilita a clonagem.

As operadoras
Algumas operadoras monitoram as atividades das linhas, atentando para qualquer alteração brusca no perfil de utilização dos clientes. As operadoras oferecem também o cancelamento para números internacionais e 0900, para minimizar os prejuízos caso o aparelho seja clonado.
 
Indícios para clonagem

  • Ruídos freqüentes nas ligações
  • Dificuldade para completar chamadas originadas
  • Quedas freqüentes nas ligações
  • Dificuldades para acessar a caixa de mensagens
  • Recebimento de chamadas vindas de números desconhecidos
  • Gastos com ligações e serviços acima do normal
  • Gastos altos para números desconhecidos

Precauções

  • Comprar celulares em redes credenciadas pelas operadoras
  • Consertar o celular apenas em assistências técnicas autorizadas
  • Não emprestar o celular para pessoas desconhecidas
  • Ao perder o celular, ou ter sido roubado, comunicar imediatamente a central da operadora e cancelar o número
  • Manter o controle sobre os gastos com ligações e utilização dos serviços e guardar a via das contas.

Como proceder em caso de clonagem
Caso perceba que pode ter sido vítima de clonagem, comunique imediatamente a sua operadora e peça o cancelamento da linha. Posteriormente notifique a polícia e faça um boletim de ocorrência (BO). Em caso de problemas ou maiores dificuldades, procure suporte na Anatel e/ou no orgão de defesa do consumidor de sua região.

Conhecendo as baterias de celular

Bateria é um recipiente que contém elementos químicos necessários para gerar energia elétrica através de reações químicas. As baterias têm dois pólos, um positivo (+) e outro negativo (-). A eletricidade só é gerada quando os dois pólos estão interligados através de um circuito fechado, tal como em um celular.

Toda bateria de celular ao ser utilizada pela primeira vez, necessita de uma carga especifica para potencializar sua capacidade. Esta carga inicial, assim como as demais cargas, varia de acordo com a marca e modelo da bateria e vem descrita no manual do aparelho que ela acompanha ou em sua caixa, quando comprada separadamente.
Os tipos de baterias

NiCd
As baterias de Níquel e Cádmio (NiCd) são dos tipos mais comuns existentes no mercado. Nestas baterias, os pólos positivo e negativo são instalados juntos e separados por um isolador. O pólo positivo é coberto com hidróxido de Níquel e o pólo negativo é coberto de material sensível ao Cádmio.

NiMH
As baterias de Níquel Metal Hidreto (NiMH) usam o Hidrogênio no seu processo de produção de energia elétrica. A tecnologia das baterias NiMH permite que consigam armazenar aproximadamente 30% mais energia que uma NiCd equivalente. São baterias que não usam metais tóxicos, não sendo nocivas ao meio ambiente.

Lítio
As baterias à base de íons de Lítio são as baterias mais recentes no mercado dos celulares. Elas têm capacidade de armazenamento de energia elétrica muito superior de energia, o que aumenta consideravelmente o tempo de funcionamento dos celulares. São também muito leves, pesando cerca de metade de uma NiCd equivalente.

Medida da capacidade de uma bateria (mAh)
A medida básica utilizada para a capacidade de uma bateria recarregável é o mili-ampere/hora(mAh). Isto significa que, se a capacidade de uma bateria é 1.000 mAh, ela pode produzir 1.000 milésimos de ampere em 1 hora.

Vida útil de uma bateria
As baterias têm uma vida útil aproximada de 300 ciclos de recarga. Entretanto, alguns cuidados podem ser tomados para aumentar a vida útil da bateria, como por exemplo cuidado na conservação e no manuseio, fazer as recargas com o tempo determinado no manual do aparelho, esperar a bateria descarregar completamente para recarregá-la e não interromper as recargas antes do tempo previsto no manual.

O que fazer com as baterias usadas?
Alguns dos materiais utilizados nas baterias de celulares são tóxicos e podem contaminar o meio ambiente e a saúde humana.
A Resolução nº 257, de 30 de junho de 1999, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) regulamentou o descarte de pilhas e baterias. Ela estabeleceu que:

1) As baterias compradas no Brasil partir de 1° de janeiro de 2001, devem atender aos limites estabelecidos na tabela a seguir. Estas baterias poderão ser dispostas, juntamente com os resíduos domiciliares, em aterros sanitários licenciados.

Tipo
Até
zinco-manganês e
alcalina-manganês
0,010% em peso de mercúrio
alcalina-manganês e
zinco-manganês
0,015% em peso de cádmio
alcalina-manganês e
zinco-manganês
0,200% em peso de chumbo

2) As demais baterias serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelos fabricantes e importadores desses produtos. Estes estabelecimentos estão obrigados a aceitar dos usuários a devolução das unidades usadas, cujas características sejam similares àquelas comercializadas.

3) Os fabricantes e importadores deverão identificar as baterias, mediante a aposição nas embalagens e, quando couber, nos produtos, de símbolo que permita ao usuário distinguí-los dos demais tipos de pilhas e baterias comercializados.

4) De um modo geral, as baterias de níquel-cádmio (Ni-Cdi) não devem ser jogadas no lixo e sim entregues em um posto de descarte. As baterias de níquel-metal-hidreto (Ni-MH) e lítio-ion (Li-Ion) podem ser jogadas no lixo.